segunda-feira, 18 de junho de 2012

Uso da Internet . . .

A internet foi uma ferramenta que veio revolucionar o Mundo. Basta remontar a tempos atrás, não muitos, para que uma pergunta muito óbvia se faça na nossa cabeça... "o que fazia eu num pc sem net?".



Pois bem, a internet é uma rede, WWW, vêm de, World Wide Web. E essa rede tem vindo a expandir-se a cada tempo. A cada dia devem ser criadas milhões de páginas novas. Há pessoas que vêm mais a sua foto do facebook do que aquelas vezes que se vêm ao espelho, mas isso são comentários à parte. Na verdade a emergência e o poderio que a internet tem vindo a ganhar impõem e requer, na minha óptica, muito respeito. O risco de trocarmos as voltas aos nossos dias são demasiado altos e, para quem está envolto nessa situação acaba por ser demasiado discreto.
Comparo quase esta narrativa sobre internet com uma história que li sobre o Marketing. Passo a transcrever essa história que de certo servirá para refleção.

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Apesar de haver várias opiniões sobre a definição da evolução do Marketing dentro das empresas, todas elas definem que a ferramenta do Marketing é, cada vez mais, uma peça fulcral na gestão de qualquer empresa.

Para Philip Kotler, o Marketing sofreu quatro fases de evolução. Na primeira fase a atenção era na produção. Essa fase corresponde ao início da revolução industrial, quando a procura era maior que a oferta. Isso fazia com que todos os esforços fossem direccionados na melhoria do processo de produção. Um exemplo disso foi Henry Ford, fundador da Ford. Ele percebeu que muitas pessoas não tinham carro simplesmente porque a produção não era suficiente. Os carros eram feitos artesanalmente, um a um, e demoravam muito tempo para ficarem prontos, além de que eram caríssimos.

Ford, então implementou um processo de montagem em que cada operário fazia apenas uma parte do serviço. As peças eram feitas em série, exactamente da mesma maneira para permitir um melhor encaixe e a aceleração da produção. Começaram a sair das fábricas milhares de Ford T, todos iguaizinhos, inclusive na cor: preta.

O resultado foi um aumento não só na produção, mas também no consumo de carros. Mas para que as vendas aumentassem mais ainda era necessário que os carros chegassem a todos os locais em que havia compradores em potencial.

O marketing é passivo, portanto, focando-se na produção, concentrando-se na fabricação do produto e na perspectiva técnica de gestão e a hierarquia e as funções do departamento de marketing são limitadas, encarregando-se em administrar as vendas.

Solucionado o problema da produção, as empresas começaram a fabricar mais do que a procura. Era necessário encontrar novos mercados e convencer os seus consumidores de que era necessário consumir o produto. Nessa fase, as Vendas começam a ter um papel fundamental no marketing. Nasce a Segunda Fase.

Mas até aí não havia concorrência. Geralmente uma empresa dominava o mercado e quem quisesse comprar não tinha muita opção. Exemplo disso era o Ford T. Quem não tivesse dinheiro para um caríssimo carro artesanal, tinha de se contentar com o carro preto feito pela Ford.
Então surgiu um homem chamado Alfred Sloam, da General Motors (GM), que decidiu concorrer com o Ford. É o marco da nova fase.

No marketing organizacional, a característica é a forte expansão da procura e da capacidade de produção, onde a organização põe ênfase nas vendas.
Nesta fase, o marketing trata de criar uma óptica comercial eficaz, visando a constante procura dos seus produtos.
Com o tempo começaram a surgir empresas concorrentes, que apresentavam produtos semelhantes, praticamente pelo mesmo preço. Nessa fase ganhava quem conseguisse satisfazer o cliente.
Sloam percebeu que os carros de Ford tinham uma falha grave: eram todos iguais. Ele logo percebeu que o consumidor queria ter um carro diferente, com sua cor preferida, e começou a utilizar outras cores nos carros da GM.
Foi um sucesso absoluto e a GM destronou a Ford em vendas. Os carros da Ford eram bons e baratos, mas não eram produzidos visando as necessidades e desejos do consumidor.
Nesta fase, satisfazer as necessidades do cliente era o mais importante, mas logo as empresas descobriram que não bastava deixar o cliente satisfeito. Era necessário que a sociedade também estivesse satisfeito.
O marketing social surgiu da evolução do pensamento e das necessidades do consumidor, que começou a exigir das empresas responsabilidade social. As suas iniciativas são as mais diversas possíveis: da empresa que oferece um dia de lazer para os seus colaboradores à empresa que financia projectos de protecção ao meio ambiente.
A empresa ganha com a melhoria da sua imagem. E em marketing imagem é tudo...
Contudo é importante destacar que estas fases do marketing não são estanques e nítidas historicamente. Há países que ainda estão na primeira fase do marketing, enquanto outros já acompanham as necessidades dos nossos dias."

O problema está, até que ponto e que limite a internet é essencial e básica nos nossos dias. Muito? pouco? Irrelevante? O tempo é uma fonte esgotável e caso não o apliquemos num objectivo em concreto e num desenvolvimento ponderado e funcional, corremos o risco de no fim, aparecer a praxistica imagem "Page can not be found."
Até aposto que num futuro, não muito distante, haverá uma unidade curricular consagrada pelo ministério da educação como indispensável, de modo a educar a juventude para um uso correcto e não abusivo da internet.



Mas uma pergunta que me paira e, que passo a colocar, para que usas a net? :P

Até BREVE!

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